terça-feira, 21 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Pequena canção do adeus
trançar as tiras
atar os laços
vestir o véu
guardar o sonho
suster o abraço
ganhar o céu
voar bem alto
erguer no espaço
um carrossel
Velho poema com título novo, porque ele (o poema) pediu, cochichou no meu ouvido quando o dia raiava.
atar os laços
vestir o véu
guardar o sonho
suster o abraço
ganhar o céu
voar bem alto
erguer no espaço
um carrossel
Velho poema com título novo, porque ele (o poema) pediu, cochichou no meu ouvido quando o dia raiava.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Anotação antiga
há sempre uma lâmina fina atravessando o peito
há sempre os meus passos vesgos
e uma longa estrada
e uma longa estrada
sábado, 11 de abril de 2015
domingo, 11 de janeiro de 2015
Virgínia Woolf estava certa:
a mulher precisa de um teto todo seu para escrever.
Não apenas ficção, como ela anotou,
mas também poesia
e até os relatórios de pesquisa.
a mulher precisa de um teto todo seu para escrever.
Não apenas ficção, como ela anotou,
mas também poesia
e até os relatórios de pesquisa.
E não precisa ser grande
ou elegante
nem mesmo precisa ser separado
ou distante
da casa onde porventura viva com o amado.
ou elegante
nem mesmo precisa ser separado
ou distante
da casa onde porventura viva com o amado.
Precisa apenas ser seu.
Um lugar onde lapidar seu silêncio
sua fúria
seu caos de todo dia
seu cansaço
e aquela ânsia delicada de morrer.
sua fúria
seu caos de todo dia
seu cansaço
e aquela ânsia delicada de morrer.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Primeiro dia de férias
Um corte profundo no dedo médio da mão direita ao lavar a lâmina do multiprocessador recém-adquirido.
Muitas gotas de sangue no piso branco da cozinha.
Gaze, esparadrapo e a relembrança do ardor do merthiolate.
Um tanto de cansaço de tudo.
E não, isto não é um poema.
Gaze, esparadrapo e a relembrança do ardor do merthiolate.
Um tanto de cansaço de tudo.
E não, isto não é um poema.
sábado, 21 de junho de 2014
E viva Diego Costa!
Não, eu não torci pela Espanha, mas torço muito por Diego Costa: sergipano de Lagarto, que saiu da pobreza jogando futebol em terras estrangeiras como tantos outros jovens brasileiros; nordestino, que entende que palavra dada é compromisso a ser cumprido; brasileiro, que, também como muitos outros jovens brasileiros, teve a chance de jogar uma copa, mas defendendo outra seleção que não a canarinho.
Em tempos de vaias, minha vaia àqueles que o vaiaram, e meus aplausos a ele, Diego Costa, o qual, silenciosamente, sem os holofotes da globo, contribui para atenuar a pobreza de muitos meninos nordestinos.
Imagem: Diego Costa, durante as férias, com a garotada de uma escolinha de futebol em Lagarto-SE (Foto: Achei Esportes).
Assinar:
Postagens (Atom)

